Este é um mundo mergulhado em trevas absolutas. O Imperador caminha entre os mortais, tentando restaurar a glória do antigo império. No entanto, o destino da humanidade já foi manipulado pelos deuses malignos. O futuro vacila sob tempestades, reservado apenas para a escuridão infinita e a guerra sem fim. Até que — o guardião da morte chamado Hades surge. Os fios do destino se entrelaçam; será que uma entidade vinda de fora poderá alterar a tragédia predestinada a milhões de almas? Os deuses apostam tudo. Mas Hades ainda nada sabe disso; por ora, chora como uma fada cuja asa foi pisoteada. "Socorro!!! Por que este mundo é o de Martelo de Guerra?!" "E por que eu sou um guardião da morte?!" "Ainda dá tempo de me matar e recomeçar?!" Uma comédia literária, onde um protagonista nerd e irreverente é lançado num universo grimdark, oscilando entre pernas quebradas e lágrimas dignas de uma fada. Grupo 287540541: além de cobrar capítulos, pode-se conversar sobre qualquer coisa.
Nos campos baixos de milho branco de Barbalus, um menino de rosto arredondado e pálido empunhava uma enxada, esforçando-se para cavar o solo. Chamava-se Hades, e em sua vida anterior fora um recluso chamado He Shi, do planeta Terra, que, ao pintar miniaturas do Guardião da Morte de Warhammer, repentinamente perdeu a consciência. Quando abriu os olhos, havia renascido como um recém-nascido no planeta Barbalus, um mundo de morte.
No início, nada sabia. Apenas descobriu que havia reencarnado em um mundo hostil à humanidade, até que os pais, de semblante exausto, lhe ensinaram a falar e lhe revelaram que aquela terra se chamava Barbalus. Oh, Imperador! Barbalus?! O mundo de Warhammer?! Hades sentiu vontade de cuspir sangue de desespero.
O que era Barbalus? Barbalus é um célebre mundo da morte no universo de Warhammer, lar do primarca Mortarion. O planeta está coberto por gases tóxicos mortais, e os humanos só sobrevivem nas depressões onde a concentração de veneno é menor; os verdadeiros senhores alienígenas habitam fortificações nas montanhas envoltas pela mais densa névoa tóxica.
Os humanos jamais foram donos deste planeta. São apenas rebanho, mantidos como gado. Ao fim dos breves dias de Barbalus, o gás venenoso lentamente invade as baixadas, e criaturas pálidas e sinistras brincam na névoa, cercando as aldeias e escolhendo seus futuros escravos.
Não há resistência; o terror já esmagou o espírito humano. Os habitantes se escondem nas aldeias, rezando para não serem escolhidos. Alguns dos selecionados são mortos imediatamente, outros são arrastados