O Místico: A Ascensão do Novo Imperador Negro

O Místico: A Ascensão do Novo Imperador Negro

Autor: Fogo ardente

Fanfic de “Senhor das Sombras”: Caminho do Imperador Negro. Os Antigos rugem no firmamento estrelado, anunciando a iminência do Apocalipse. O poder da “Ordem”, capaz de minimizar ao extremo os riscos da perda de controle, torna-se o objetivo disputado entre os Antigos. Contudo, estes não sabem que a origem fundamental que simboliza tanto a ordem quanto a distorção — o “País do Desvio”, fonte primordial — está nas mãos de Hobert, um jovem recém-chegado de outro mundo, cuja história é envolta em complexidades. Ao unir-se ao Clube do Tarô, Hobert inicia a edificação da ordem no mundo humano, paulatinamente dominando a autoridade da Ordem. Número do grupo do livro: 373209103 Senha: Eu não sou Amon Sejam todos bem-vindos ao grupo!

O Místico: A Ascensão do Novo Imperador Negro

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Capítulo Primeiro: "O País do Desvario"

Hobart Jeffrey tinha plena consciência de que havia adentrado mais uma vez no sonho. Não muito longe, erguia-se um castelo antigo, tortuoso, quase todo oculto pela vegetação; ao seu lado, um vilarejo de beleza singular, mas já entregue ao abandono dos séculos.

O mais estranho, porém, era que, ao longe, no solo, brilhavam o sol, nuvens e estrelas, enquanto no céu se estendia uma vasta floresta, e árvores colossais pendiam, como estalactites em cavernas, suspensas no firmamento.

Entre o céu e a terra, erguia-se ainda uma cadeia de montanhas verticais e uma imensa torre do relógio, como se alguém houvesse pregado aquelas paisagens numa parede gigantesca.

Tudo ao redor parecia, parecia realmente, como se este mundo estivesse encerrado numa caixa.

No último mês, Hobart surgia frequentemente nesse sonho — um sonho tão vívido que, ao despertar, cada detalhe lhe permanecia nítido na memória.

Aqui, não havia sinal de ninguém... Não, não era bem assim. Hobart voltou-se e, como esperava, a figura indistinta encontrava-se a pouca distância atrás dele.

Em cada incursão onírica, Hobart deparava-se com essa silhueta difusa. E, por ser tão indefinida, seus traços eram impossíveis de discernir; apenas via que abria a boca, como se gritasse algo.

Ora, ouvia-se o brado; ora, não. Quando o silêncio reinava, era uma bênção, pois o grito do vulto fazia o cérebro de Hobart ferver de dor, e uma torrente de loucura ameaçava irromper de seu ser.

Nesses momentos, Hobart despertava subitamente e precisava lutar arduamente contra o ímpeto insano que

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