Alma do Aço Ardente

Alma do Aço Ardente

Autor: Deus Escondido sob o Céu Nublado

No Ano da Queda das Estrelas, a maré de magia se aproxima, e os conflitos começam a se desenrolar. Com o enfraquecimento das barreiras da ordem, passagens de tempo e espaço surgem com inquietante frequência, inaugurando uma guerra que abala inúmeros mundos e panteões. Assim, deuses caem, abismos se abrem, e a disputa entre caos e ordem precipita a queda das estrelas e o renascimento dos demônios. Este é um apocalipse mais terrível que o próprio inferno: o calor ardente e os ventos abrasadores consomem todos os mares, nuvens de fogo e cinzas obscurecem o firmamento, e os homens, mergulhados nesse tormento, lutam e lamentam, privados para sempre do consolo do sono. No entanto, o lendário guerreiro Joshua, por um capricho do destino, atravessa o véu do tempo e retorna ao passado, ao momento em que tudo ainda estava por começar. E diante daqueles que desejam alterar o curso dos acontecimentos, o destino jamais é apenas destino.

Alma do Aço Ardente

30mil palavras Palavras
0visualizações visualizações
100capítulos Capítulo

Capítulo Um: Quem ousa atacar-me pelas costas?!

O céu carregado, o ar úmido.
Teste de marca d’água publicitária.
Teste de marca d’água publicitária.
No Grande Desfiladeiro de Thomas, sobre o campo de batalha juncado de cadáveres, a refrega dera lugar a um breve interregno. Um pequeno grupo de orcs recuava apressado em direção ao topo do vale.

Rudes imprecações misturavam-se ao som desordenado de passos que subiam pelo desfiladeiro, suas vozes ásperas perturbando as aves carniceiras que rondavam.

Corvos, abutres e gaivotas de cadáver, relutantes em abandonar os montes de corpos marcados por membros e vísceras, mas receosos de serem atingidos por flechas perdidas, circundavam os cadáveres com grasnidos incessantes. Como se despertado por aquelas vozes roucas, algo se moveu entre os corpos, emitindo um ruído tênue.

Não muito distante, um pequeno destacamento de três orcs interrompeu subitamente sua marcha.

— Som! — rosnou um orc de porte maciço, pele verde e couraça em frangalhos, exibindo os dentes pontiagudos. Semicerrou os olhos, lançando ao redor um olhar gélido. — É um humano. Vou matá-lo.

Assim dizendo, encaminhou-se para o monte de corpos.

— Rápido — apressou-o um dos companheiros.

Na escuridão, graças ao olfato aguçado, o orc robusto não tardou em localizar, após breve busca, um humano oculto sob os restos de membros dilacerados.

O guerreiro, gravemente ferido, jazia inconsciente, ladeado apenas por cadáveres de orcs. Sua armadura estava despedaçada, a lâmina da espada enorme nas mãos mostrava-se lascada e havia sinais de fratura no me

📚 Recomendações

Ver mais >

Nove Estrelas de Veneno

Educação concluído

O Cavalheiro do Fim

A Fei, Vestida de Amarelo em andamento

Nós vivemos em Nanjing.

Tianrui Fala sobre Presságios concluído

Desde 1983

Dormir traz alvura à pele. concluído

Renascença na Era Selvagem

Wang Zijun concluído

Bom dia, Grande Ming.

Sir Dybala concluído

Ranking

Mais rankings >