Sistema + bilionário místico + ideia maluca + múltiplas protagonistas + novela de catarse: Sun Kong, um universitário comum conhecido pela fama de cafajeste, começa sendo xingado, levando bofetada e espancado em grupo, mas acaba recebendo um sistema de cafajeste. Caiu-lhe do céu uma fortuna absurda de nove quatrilhões, mas isso ainda não basta para comprar diretamente uma mansão e dirigir um carro de luxo. Só ao conquistar as mulheres “rainhas da sedução”, suficientemente safadas e bonitas, ele pode obter as recompensas e o cashback do sistema. Enfim, para fazer dinheiro, está condenado a ficar longe das garotas puras. Diante da linda garota do colégio de uniforme JK, da loli influenciadora que dança “Jile Jingtu”, da viúva sexy e charmosa, da estrela em alta de mil encantos — embora saiba que cada uma delas é uma vadia — ele continua de chapeu verde e segue ganhando grana. As atualizações do sistema lhe dão um poder sem limites, e essas mulheres sem vergonha sobem mais dez andares! Não importa se é uma demônia de pele pintada com corpo escultural, uma bruxa que usa carne humana como pedra de sangue, ou até uma bodisatva de semblante austero e uma santa-imperatriz capaz de mover montanhas e encher mares. Sun Kong encara tudo com facilidade, aceita tudo sem pestanejar, e finalmente, com apenas um sistema e um corpo físico, alcança a condição de imortal, deus e santo!
No caminho montanhoso acidentado, um grupo de salteadores montanheses, corpulentos e de feições ferozes, cavalgava com armas em punho e postura alerta, como se aguardassem um inimigo temível. Entre a vegetação rasteira da trilha soou de súbito um sussurro, e a tensão dos homens aumentou. O chefe, um gigante de um só olho, soltou um assobio agudo; todos se curvaram sobre os cavalos, olhos fixos na boca da vereda onde a erva crescia alta. Passado cerca de meia hora, surgiu uma mulher de formas sinuosas, cabelo preso em coque e vestida de branco imaculado. Caminhava com passos vacilantes, uma das mãos secando o suor aromático com um lenço de brocado branco, a outra brandindo com lentidão um leque de papel adornado de ouro. Uma gargalhada estrondosa irrompeu entre os salteadores. No único olho do chefe brilhou a chama do desejo. “Irmão mais velho, seria este o desastre de sangue anunciado pelo ancião para a hora do dragão? A mim parece antes um desastre de amor, ha ha!” gracejou o gigante negro como uma torre, espada de lâmina grossa ao ombro, devorando a mulher com o olhar. Os companheiros agitavam-se, reclamando que, após o chefe, caberia a eles também algum prazer, pois há muito a Serra do Dragão Venenoso não via mulher tão fresca. A viúva, porém, não dava sinal de ter ouvido. Continuava a avançar, balançando os quadris e os pés de três polegadas, e chegou mesmo a desabotoar o colarinho, deixando à mostra o avental vermelho que lhe cingia o peito. O gesto inflamou ainda mais os bandidos; alguns babavam sem perceber. O chefe desmontou, fincou no chão a espada de aço em for